Arquivo da Categoria ‘Marketing Digital’

Brand pages do Twitter deve ser lançado nesta semana

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

 

O Twitter resolveu seguir os passos do Facebook e está prestes a lançar páginas especiais voltados para empresas. Assim cada marca disponibilizarão de ambientes mais amigáveis à publicidade. Segundo o Business Insider, o novo projeto deve ir ao ar ainda nesta quarta-feira (1).

A proposta do microblog é dar mais praticidade e facilidade de mudanças quanto aos anúncios publicitários, permitindo, por exemplo, que usuários joguem online ou façam compras. Assim, podemos estar presenciando o que pode ser uma nova forma de comercialização na rede, o T-commerce.

Dentre as possíveis mudanças, os anunciantes poderão customizar suas páginas como bem quiserem, desde aumentando o tamanho do topo ou o logo para proporcionar maior destaque.

manutecao / 1 de fevereiro de 2012

Os itens mais adquiridos por brasileiros em sites de compras americanos são de vestuário. É o que nos mostra a pesquisa divulgada no site E-commerce Brasil, realizada pelo facilitador de compras online nos EUA, PuntoMio.  A partir do levantamento das transações  feitas por meio do portal no primeiro semestre de 2011, o resultado obtido foi de que as roupas são os artigos mais consumidos por brasileiros que compram em sites nos EUA.

Um dos maiores motivos para esta crescente procura por sites americanos são as vantagens de preços mais baixos e variedade de produtosAJ Hernadez, CEO do PuntoMio, destacou alguns fatores que mais influenciam nesta escolha. “Mesmo com o imposto de importação e frete, em muitos casos, comprar nos EUA através do PuntoMio representa uma vantagem ao consumidor brasileiro. Para uma grande variedade de mercadorias, as pessoas chegam a pagar, entre 30% a 40% menos quando compram nos EUA do que se fizerem a mesma compra em seu próprio país”.

A plataforma de pagamento online, iPagare, também ouviu algumas opiniões sobre o fenômeno, de seus clientes especialistas no setor da moda.

Segundo Reynaldo Pasqua, diretor da Carmim, “os brasileiros compram mais em sites americanos pela falta de produtos de lançamentos das marcas de grife disponíveis para a venda online. Outra razão é o preço ser mais favorável, por que o dólar agora está com valor mais baixo. Isto também é refletido como realidade em lojas físicas . Outra razão que eu levo em consideração é o alto valor dos impostos que são pagos aqui no Brasil”.

Complementando a ideia, Rogério Makssoudian, proprietário da NetBoards e também cliente iPagare, o fenômeno ocorre devido a três motivos. Segundo suas palavras, são eles: “Os preços bem mais baratos que no Brasil, a padronização da confecção e maior variedade de produtos, já que os EUA já é um mercado bem consolidado neste segmento”.


Tags /
manutecao / 19 de setembro de 2011

 

O Twitter sempre foi criticado por anúncios veiculados através de sua plataforma, mas recente pesquisa divulgada pela empresa especialista em mercado digital Lab 24 mostrou que ele e a publicidade podem, sim, caminhar em harmonia. De acordo com o estudo, os anúncios pagos são de maior relevância ao público-alvo se realizados de forma correta e bem feita.

Em junho, os donos do microblog anunciaram que iriam introduzir na timeline dos usuários, tuítes patrocinados. Para que o anuncio chegasse ao usuário, o mesmo deveria seguir a conta do anunciante. O fato causou polêmica e gerou reclamações, o que não impediu que a proposta se concretizasse.

Recentemente, foi divulgada uma notícia (que ainda não foi confirmada), pelo jornal New York Times sobre o surgimento de tuítes patrocinados em contas que não eram seguidoras do anunciante. O Twitter, entretanto, só iria direcionar tuítes patrocinados a usuários que possuem certo interesse com o conteúdo da propaganda, cruzando palavras chaves e seguidores em comum. Ao que tudo indica, a funcionalidade deve ser inaugurada em breve.

O resultado divulgado pela Lab 24 sobre tuítes patrocinados mostrou que 24,8% dos entrevistados disseram notar os anúncios patrocinados quando estes os interessam. 21,6% não se mostraram descontentes, pois já receberem descontos em serviços e produtos através de tuítes patrocinados. As entrevistas apontaram também que 21,2% dos usuários acham o Twitter uma forma eficaz para se conhecer uma marca ou promoção.

Também existiram respostas negativas: 10,9% dos entrevistados disseram que os tuítes patrocinados prejudicam a navegação, enquanto 4% alegaram não terem sequer percebido que o tuíte não era espontâneo. Ao todo foram entrevistados 500 usuários durante o mês de agosto de 2011.

E vocês, o que pensam sobre tuítes patrocinados? Para vocês, é uma ferramenta que deturpa ou ajuda em campanhas? E para o usuário, é uma vantagem poder ter acesso a promoções e descontos através de tuítadas patrocinadas
 

manutecao / 9 de setembro de 2011

A união faz a força – Crowdsourcing

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

De tantas possibilidades que a Internet trouxe pra a vida das pessoas, talvez a mais impactante seja seu poder de colaboração. Com as Redes Sociais, os blogs, e diversos outros recursos disponíveis nela, aparecem novas formas de trabalho e consumo.

Os usuários da web estão, a cada dia, interagindo e colaborando mais para a promoção de tudo o que é produzido na plataforma, obtendo, com isso, a divulgação de acontecimentos, eventos e notícias que jamais seriam veiculados sem ela.

Como exemplo de sucesso em campanhas de colaboração e participação de fãs, podemos citar dois termos que contextualizam esses fenômenos. O primeiro deles é o “crowdsourcing”. A terminologia baseia-se por um modelo de produção que utiliza a inteligência e o conhecimento coletivo e voluntário espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias.

Já sendo uma realidade na propaganda, online e offline, o conceito se expandiu para a criação publicitária dentro das empresas. É o exemplo da revista “Info Exame”, que desafiou designers de todo o Brasil a produzirem o visual das páginas que estampariam uma de suas reportagens. A iniciativa teve mais de 480 designers inscritos e 23 deles foram selecionados para participar do desafio.

A “Ruffles” também produziu uma ação parecida. Nela, o colaborador deveria criar um sabor para a batata. Chamada “Ruffles Faça-me um sabor”, a promoção conseguiu 3 novos sabores para a marca, envolvendo a possibilidade de aumento em vendas, (Ruffles mostarda e mel, strogonoff e yakissoba) e premiou os três criadores com R$50.000, mais 1% do valor do total dos produtos vendidos.

O projeto Queremos (queremos.com.br) é um exemplo nítido de que a união faz a força. Um grupo de jovens inconformados com a falta de shows de suas bandas favoritas, teve a ideia de chamar internautas para dividir o custo de uma apresentação. Quando é atingido o valor estimado do show, o Queremos vende os ingressos e o show acontece. Caso contrário, o dinheiro é devolvido para os investidores (os pagantes). O grupo já conheseguiu trazer bandas como o The Nacional, LCD Soundsystem, e Belle&Sebastian.

Iniciativa interessante, não? No próximo post falaremos sobre o 2° conceito, o Transmedia Storytelling, que também tem, por essência, a participação e colaboração dos fãs.

Assine nosso feed de notícias e receba novas postagens diretamente em seu e-mail.

manutecao / 8 de setembro de 2011

De acordo com o 2º Estudo Global Neoconsumidor, realizado pela GS&MD-Gouvêa de Souza em parceria com o Grupo Ebeltoft, o Brasil está entre os países que mais utiliza os novos recursos tenológicos para realizar suas compras. Do total de 700 entrevistados no país, 96% deles já realizaram compras pela Internet, enquanto a média mundial ficou em 90%.

A pesquisa esteve focada no público que tem acesso a diversos canais, inclusive aos digitais – Internet , celular e TV interativa – que permitem a realização de compras, comparações e pesquisas online.

Dentro da amostra, 69% dos participantes eram das classes A-B, 23% da classe C e 8% das classes D-E. Ao todo, a pesquisa entrevistou 10 500 pessoas em 15 países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Chile, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, México, Portugal, Reino Unido, Romênia e Turquia).

Os brasileiros também se destacaram na utilização de sites de compras coletivas. Mais da metade (51%) dos entrevistados no País já adquiriram produtos ou serviços desta maneira. A média global ficou em 28%.

Entre 2009, data da primeira edição do estudo, e 2011, o número de internautas que buscam a Internet para pesquisar informações sobre produtos antes de efetuarem suas compras cresceu de 49% para 84%.

Em contrapartida, o número de pessoas que utilizam meios móveis como smartphones e celulares com acesso a Internet para fins de compras online caiu. O índice de pessoas dispostas a receber propaganda pelo celular registrou queda de 42% para 37%. Apesar de 35% dos entrevistados afirmarem que o pagamento móvel fará parte do futuro, 22% acreditam que o método não funciona no Brasil.

Tags /
manutecao / 23 de agosto de 2011