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	<title>Bloix &#187; PHP</title>
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	<description>Tudo sobre Marketing Digital, Portais Web, Lojas Vituais, Social Media Marketing e outros Projetos Digitais, na visão dos Colaboradores NOIX.</description>
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		<title>Unicode e o fim dos problemas de codificação</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 19:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Viana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Web]]></category>
		<category><![CDATA[Charset]]></category>
		<category><![CDATA[Codificação]]></category>
		<category><![CDATA[Mojibake]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[Unicode]]></category>

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		<description><![CDATA[Problemas com codifica&#231;&#227;o sempre foram recorrentes no desenvolvimento de softwares, mas isso vem se tornando cada vez mais presente devido &#224; globaliza&#231;&#227;o. O mundo &#233; menor do que se imagina, e pessoas do outro lado do globo est&#227;o observando seu site ou usando seu sistema. Como algu&#233;m da China vai entrar em contato com voc&#234; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problemas com codifica&ccedil;&atilde;o sempre foram recorrentes no desenvolvimento de softwares, mas isso vem se tornando cada vez mais presente devido &agrave; globaliza&ccedil;&atilde;o. O mundo &eacute; menor do que se imagina, e pessoas do outro lado do globo est&atilde;o observando seu site ou usando seu sistema. Como algu&eacute;m da China vai entrar em contato com voc&ecirc; para apresentar uma proposta bilion&aacute;ria se tudo que ela enxerga no seu site s&atilde;o apenas &ldquo;?? ??? ???&rdquo; ? Entenda por que isso acontece e fuja das gambiarras na hora que seu cliente estiver no telefone lhe pedindo uma solu&ccedil;&atilde;o para ontem.</p>
<p><span id="more-793"></span></p>
<h3>1. O problema</h3>
<p>J&aacute; presenciei v&aacute;rias vezes uma cena que para mim estava pior que um Deja Vu. Algu&eacute;m atende ao telefone e minutos depois grita &ldquo;&Eacute; aquele problema da acentua&ccedil;&atilde;o de novo!&rdquo;. Um problema que aparece freq&uuml;entemente assombrando desenvolvedores e clientes. Infelizmente na maioria dos casos os problemas s&atilde;o resolvidos da mesma forma como um encanador pregui&ccedil;oso resolve um problema de encanamento: cola aqui, acol&aacute;, passa a fita e est&aacute; pronto! O problema, &agrave;s vezes, &eacute; pior do que se imagina, pois na maioria dos casos o site ou sistema funciona bem, com tudo rodando direitinho. Mas ningu&eacute;m parou para pensar o que aconteceria se um &aacute;rabe acessasse o mesmo. Ou um japon&ecirc;s&#8230; &Eacute; muito comum entrarmos em sites de pessoas que moram do lado oposto do Greenwich e enxergar todos os caracteres estranhos e deformados, como se estivessem lhe xingando. Isso n&atilde;o &eacute; ruim apenas para usu&aacute;rios, mas para desenvolvedores. Se voc&ecirc; desenvolve em PHP isso est&aacute; mais pr&oacute;ximo de voc&ecirc; do que imagina. J&aacute; pensou em disponibilizar seu c&oacute;digo para algu&eacute;m do outro lado de mundo e ele n&atilde;o decifrar nada? Descubra, portanto, a solu&ccedil;&atilde;o Unicode.</p>
<h3>2. Como funciona?</h3>
<p>Tudo come&ccedil;ou l&aacute; atr&aacute;s, quando o Unix ainda estava sendo desenvolvido. Todos sabem que essa hist&oacute;ria se iniciou nos Estados Unidos, e sabem mais ainda que l&aacute; o que predomina &eacute; o bom e velho ingl&ecirc;s. Ou seja, todas aquelas letras sem acento eram o que prevalecia no mundo da computa&ccedil;&atilde;o. Para cada uma daquelas letras havia um c&oacute;digo &ndash; que ia do 32 ao 127. Mesmo antigos, esses c&oacute;digos ainda existem. Os c&oacute;digos anteriores ao 32 representam outros comandos como Return, indica&ccedil;&atilde;o de come&ccedil;o de texto etc. &ndash; e todos esses c&oacute;digos est&atilde;o especificados em uma tabela conhecida como ASCII. Sendo assim o c&oacute;digo 32 representa o espa&ccedil;o vazio, o 33 um ponto de exclama&ccedil;&atilde;o (!), j&aacute; o c&oacute;digo 65 representa a letra A (mai&uacute;sculo) enquanto 97 representa a (min&uacute;sculo). Para armazenar esses c&oacute;digos em um byte era necess&aacute;rio apenas 7 bits, o que deixava 1 bit sobrando. Problema: como um byte (ou 8 bits) consegue representar n&uacute;meros que v&atilde;o do 0 ao 255, muita gente se perguntou o que poderia ser feito com os c&oacute;digos restantes (128 ao 255) da tabela ASCII. Muitos desenvolvedores resolveram fazer seu uso de forma desordenada, por exemplo, a IBM-PC lan&ccedil;ou algo chamado de OEM (Original Equipment Manufacturer) e disponibilizava nele v&aacute;rios caracteres acentuados e para &ldquo;desenhar linhas&rdquo;, tudo beleza. Isso at&eacute; os computadores come&ccedil;aram a ser vendidos fora dos Estados Unidos, fazendo com que surgisse todo tipo de caractere novo que se utilize do c&oacute;digo 128 em diante.  Sendo assim ent&atilde;o surgiu o padr&atilde;o ANSI, onde se convencionou que tudo abaixo do 128 permaneceria igual ao c&oacute;digo estadunidense e, de 128 para cima, haveria um padr&atilde;o de acordo com a localidade do usu&aacute;rio. Nem tudo s&atilde;o flores, pois aconteceu que em alguns pa&iacute;ses em que o alfabeto &eacute; imenso, n&atilde;o era poss&iacute;vel representar todas a letras com apenas 8 bits. Algumas a&ccedil;&otilde;es foram feitas para contornar esse problema, e tudo at&eacute; que se resolveu&#8230; At&eacute; inventarem a Internet.</p>
<h3>3. Unicode</h3>
<p>Existem muita confus&atilde;o a cerca do assunto: pessoas acham que Unicode &eacute; armazenar um caractere em 16 bits, o que &eacute; totalmente errado. O Unicode criou um conceito onde h&aacute; algo chamado de <strong>code point</strong>. Assim todas as letras eram representadas por n&uacute;meros em hexadecimal, que iam de 0 &agrave; 0x10FFFF (1.114.111 em decimal), e, com isso, mais caracteres poderiam ser inclu&iacute;dos e representados para qualquer computador em qualquer parte do mundo. Para isso, existem as codifica&ccedil;&otilde;es, ou seja, esses <strong>code point</strong>&#8216;s precisam ser transportados em bytes e codificados de forma correta. H&aacute; v&aacute;rios tipos de codifica&ccedil;&atilde;o; cada uma com sua forma diferente, por exemplo, o UTF-8 utiliza-se de at&eacute; 4 bytes (estritamente de 8 bits) para representar um s&oacute; <strong>code point</strong>. Os primeiros caracteres (que v&atilde;o do 0 ao 127) precisam apenas de 1 byte. Isso gerou uma melhor aceita&ccedil;&atilde;o ao UTF-8, pois n&atilde;o haveria problema algum em codificar textos em ingl&ecirc;s vindos do velho ASCII.</p>
<h3>4. N&atilde;o existe texto puro</h3>
<p>Nada do que foi escrito at&eacute; aqui vai ter valido a pena se o desenvolvedor n&atilde;o tiver em mente que texto puro n&atilde;o existe. N&atilde;o existe aquele texto sem codifica&ccedil;&atilde;o, e ASCII n&atilde;o &eacute; texto puro. &Eacute; necess&aacute;rio informar sempre qual a codifica&ccedil;&atilde;o usada. Os aplicativos que imprimem conte&uacute;do precisam ter em seu cabe&ccedil;alho qual a codifica&ccedil;&atilde;o usada, e os aplicativos que l&ecirc;em precisam saber a codifica&ccedil;&atilde;o usada e ler corretamente. Em outras palavras, se voc&ecirc; possui um site voc&ecirc; precisa que seu site envie um cabe&ccedil;alho informando qual o <strong>charset</strong> correto e o browser precisa entender e ler esse charset.</p>
<h3>5. ISO-8859-1 x UTF-8</h3>
<p>Apesar de problemas de codifica&ccedil;&atilde;o ocorrerem em todo o mundo, no Brasil temos um problema um pouco mais especifico. &Eacute; comum ver por ai sites que possuem problemas de acentua&ccedil;&atilde;o por conta de m&aacute; decodifica&ccedil;&atilde;o. Muitos desenvolvedores ainda insistem em usar a codifica&ccedil;&atilde;o <strong>ISO-8859-1</strong>, que &eacute; uma das codifica&ccedil;&otilde;es ASCII antecedente ao <strong>Unicode</strong>, no qual os c&oacute;digos acima de 128 representavam caracteres acentuados ou qualquer outro caractere latino. Para o fim desse problema, &eacute; necess&aacute;rio que os desenvolvedores saibam o que causa o problema e adotem qualquer padr&atilde;o Unicode. Hoje o <strong>UTF-8</strong> &eacute; o mais usado e possui maior suporte dentre as aplica&ccedil;&otilde;es Web existentes.</p>
<h3>6. Como solucionar meus problemas?</h3>
<p>A primeira coisa a fazer &eacute; tentar adotar o Unicode em tudo que voc&ecirc; usar. Busque no seu editor de texto ou IDE preferido como configurar para que ele trabalhe com <strong>UTF-8</strong>. N&atilde;o adianta voc&ecirc; escrever um arquivo em <strong>ISO-8859-1</strong> enquanto tudo que for ler tenta interpretar <strong>UTF-8</strong>. &Eacute; preciso tamb&eacute;m que os arquivos HTML informem ao navegador que o conte&uacute;do a ser impresso &eacute; codificado em <strong>UTF-8</strong>. Para isso &eacute; necess&aacute;rio adicionar a todas suas p&aacute;ginas uma tag <strong>META</strong> no cabe&ccedil;alho, como mostrado a baixo:</p>
<p class="tip">&lt;meta http-equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot; /&gt;</p>
<p>Quem trabalha com Web sabe que &eacute; comum problemas de codifica&ccedil;&atilde;o quando se fala em <strong>AJAX</strong>. Isso tanto na hora de salvar os dados quanto na hora de exibi-los. Tal fato acontece por que a codifica&ccedil;&atilde;o padr&atilde;o usada para requisi&ccedil;&otilde;es ass&iacute;ncronas nos browsers &eacute; UTF-8. O PHP recebe os dados com os acentos normalmente, o problema maior &eacute; quando os dados s&atilde;o inseridos no banco de dados. Se o banco de dados est&aacute; configurado para usar latin1 (que equivale a ISO-8859-1), ent&atilde;o os dados vindos do AJAX, que n&atilde;o sofrem nenhum tipo de decodifica&ccedil;&atilde;o no PHP (veja a fun&ccedil;&atilde;o <a target="_blank" href="http://www.php.net/utf8_decode">utf8_decode</a>), t&ecirc;m problemas na acentua&ccedil;&atilde;o. Isso conseq&uuml;entemente implica na exibi&ccedil;&atilde;o desses dados que v&ecirc;m do AJAX. Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; obrigado, toda vida que for inserir dados no banco, decodific&aacute;-los. Isso porque toda sua aplica&ccedil;&atilde;o agora est&aacute; no padr&atilde;o Unicode. Basta voc&ecirc; dizer ao seu banco de dados que trabalhe assim tamb&eacute;m. Para quem trabalha com <strong>MySQL</strong>, infelizmente sua instala&ccedil;&atilde;o padr&atilde;o configura para <strong>latin1</strong>. Portanto, toda vez que uma conex&atilde;o nova for feita ao MySQL pelo PHP, execute o seguinte comando como se estivesse fazendo um select:</p>
<p class="tip">SET NAMES &#8216;utf8&#8242;;</p>
<p>Ficaria assim no PHP:</p>
<p class="tip">mysql_query ( &quot;SET NAMES &#8216;utf8&#8242;;&quot; );</p>
<p>Assim o MySQL sabe que essa &eacute; a codifica&ccedil;&atilde;o que ele ter&aacute; que usar tanto para retornar os dados como para grav&aacute;-los.</p>
<h3>Considera&ccedil;&otilde;es finais</h3>
<p>Aten&ccedil;&atilde;o: essas explica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o o m&iacute;nimo que um desenvolvedor deve saber sobre codifica&ccedil;&atilde;o de arquivos. O padr&atilde;o Unicode deve ser adotado para que problemas como esses sejam resolvidos. &Eacute; importante lembrar que tanto como a aplica&ccedil;&atilde;o que imprime, como a que l&ecirc; o conte&uacute;do precisar saber qual o tipo de codifica&ccedil;&atilde;o ser&aacute; usada. Por isso, vale ressaltar que no desenvolvimento do site/sistema &eacute; imprescind&iacute;vel que tudo esteja usando a mesma codifica&ccedil;&atilde;o, sobretudo o editor de texto, como a base de dados e os cabe&ccedil;alhos enviados.</p>



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		<title>Apresentando: Magento</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 17:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Viana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[Magento]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[Varien]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente estamos vivendo no Brasil uma realidade que nos EUA j&#225; &#233; fato: n&#227;o basta mais somente ter sua marca na Internet. Voc&#234;&#160;deve vender atrav&#233;s dela. N&#227;o &#233; f&#225;cil manter uma loja online. Para isso &#233; necess&#225;rio se preocupar com v&#225;rias coisas como a forma como ser&#227;o realizados pagamentos, as formas como ser&#225; enviado o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente estamos vivendo no Brasil uma realidade que nos EUA j&aacute; &eacute; fato: n&atilde;o basta mais somente ter sua marca na Internet. Voc&ecirc;&nbsp;<strong>deve</strong> vender atrav&eacute;s dela.</p>
<p>N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil manter uma loja online. Para isso &eacute; necess&aacute;rio se preocupar com v&aacute;rias coisas como a forma como ser&atilde;o realizados pagamentos, as formas como ser&aacute; enviado o produto, controle de fraude, e o mais importante: a plataforma que gerenciar&aacute; a loja.</p>
<p>Antes com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico era apenas coisa de gente grande e para manter uma plataforma era necess&aacute;rio uma m&atilde;o de obra grande e cara. Hoje n&atilde;o temos mais tanto este problema com o surgimento de v&aacute;rias plataformas de e-commerce open source, onde a que entre elas mais se destaca &eacute; o&nbsp;<a href="http://www.magentocommerce.com" target="_blank">Magento</a>.</p>
<p align="center"><a rel="lightbox[slideshow]" title="magento" href="/images/brunoviana/Magento/magento.jpg"><img width="400" height="165" alt="magento" style="float: none;" src="/images/brunoviana/Magento/400/magento.jpg" /></a></p>
<p>O&nbsp;<strong>Magento</strong> &eacute; uma ferramenta&nbsp;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C&oacute;digo_aberto" target="_blank">Open Source</a> desenvolvida pela&nbsp;<a href="http://www.varien.com/" target="_blank">Varien</a>, empresa que age desde 2001 no segmento de e-commerce. Ele &eacute; escrito em&nbsp;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PHP" target="_blank">PHP</a> utilizando o banco de dado&nbsp;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MySQL" target="_blank">MySQL</a> o que traz muitas vantagens, pois PHP &eacute; a linguagem de programa&ccedil;&atilde;o mais utilizada na Web, possuindo uma comunidade forte e ativa.</p>
<p>O Magento possui duas vers&otilde;es: a&nbsp;<strong>Community</strong> e a&nbsp;<strong>Enterprise</strong>. A primeira &eacute; a vers&atilde;o gratuita, disponibilizada para a comunidade sob a licensa OSL 3.0 que em resumo diz que o software pode ser distribu&iacute;do desde que se mantenha a refer&ecirc;ncia de seus autores. J&aacute; a segunda vers&atilde;o &eacute; paga e conta com recursos avan&ccedil;ados que a vers&atilde;o Community n&atilde;o tem. Ela &eacute; recomendada para quem necessita de um suporte r&aacute;pido(dado pela pr&oacute;pria Varien) e de recursos avan&ccedil;ados que lojas grandes possuem. Veja um <a href="http://www.magentocommerce.com/product/compare" target="_blank">comparativo das duas vers&otilde;es</a>.</p>
<p>Veja algumas funcionalidades que o Magento possui em sua vers&atilde;o Community:</p>
<ul>
<li><strong>Gerenciamento de Sites</strong><br />
    &#8211; &Eacute; possivel gerenciar v&aacute;rios sites e v&aacute;rias lojas com apenas um Magento instalado.<br />
    &#8211; Fa&ccedil;a update da ferramente com apenas um clique.</li>
<li><strong>Gerenciamento de Cat&aacute;logo</strong><br />
    &#8211; Importa&ccedil;&atilde;o e exporta&ccedil;&atilde;o de produtos do cat&aacute;logo em lote<br />
    &#8211; Suporte a pre&ccedil;os especiais. Por exemplo, grupo de usu&aacute;rio X ter&aacute; 10% de desconto ou levando 5 pe&ccedil;as cada produto fica por Y reais.</li>
<li><strong>Navega&ccedil;&atilde;o de produtos</strong><br />
    &#8211; Produtos relacionados<br />
    &#8211; Venda cruzada<br />
    &#8211; Venda casada<br />
    &#8211; Tags<br />
    &#8211; Avalia&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios<br />
    &#8211; Compara&ccedil;&atilde;o de produtos</li>
<li><strong>Outros</strong><br />
    &#8211; Suporte &agrave; SEO<br />
    &#8211; Relat&oacute;rios<br />
    &#8211; Cria&ccedil;&atilde;o de produtos baixaveis(downloadable products)<br />
    &#8211; Integrado com Google Analytics<br />
    &#8211; Relat&oacute;rio de vendas<br />
    &#8211; <a href="http://www.magentocommerce.com/product/features" target="_blank">Veja mais</a></li>
</ul>



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		</item>
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		<title>Mudando manualmente a &#8216;base URL&#8217; do Magento</title>
		<link>http://www.bloix.com.br/gestaodeconteudo/mudando-manualmente-a-base-url-do-magento</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 15:04:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[base]]></category>
		<category><![CDATA[base_URL]]></category>
		<category><![CDATA[comercio]]></category>
		<category><![CDATA[commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[URL]]></category>

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		<description><![CDATA[O Magento possui duas configurações de URL: uma “unsecure” e outra “secure”. Ambas são definidas no momento da instalação e podem ser modificadas no próprio painel administador. O problema é que, quando mudamos o diretório no qual o Magento foi instalado, modificando assim a URL, nada funciona como deve. Isso porque os caminhos para todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Magento possui duas configurações de URL: uma “<span style="color: #c20218"><em>unsecure</em></span>” e outra “<span style="color: #c20218"><em>secure</em></span>”. Ambas são definidas no momento da instalação e podem ser modificadas no próprio painel administador. O problema é que, quando mudamos o diretório no qual o Magento foi instalado, modificando assim a URL, nada funciona como deve. Isso porque os caminhos para todas as imagens, arquivos css, javascript, etc. ficarão setados de forma errada.<br />
<br />
Corrigir esse problema é bem simples – há inclusive duas maneiras de se resolver rapidamente. A primeira maneira, que vejo como mais simples, é acessar o banco de dados da sua aplicação e modificar direto as URLs nos campos“<span style="color: #c20218"><em>web/unsecure/base_url</em></span>” e “<span style="color: #c20218"><em>web/secure/base_url</em></span>”, que  ficam na tabela “<span style="color: #c20218"><em>core_config_data</em></span>”. Depois disso, basta apagar todo o conteúdo  da pasta <span style="color: #c20218"><em>/var/cache</em></span> e… voila!.<br />
<br />
Há uma segunda maneira; essa não é  necessário mexer no banco de dados. Simplesmente modifique o nome do arquivo  <span style="color: #c20218"><em>/app/etc/local.xml</em></span>. Ao fazer isso, abra o Magento no browser e veja que ele já irá rodar o instalador. Não se desespere! Continue a instalação como se fosse um Magento novo, modificando apenas os dados da base_url. E quando a instalação terminar, o Magento funcionará perfeitamente, já com todas as modificações efetuadas no antigo endereço</p>



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